PRETO NO BRANCO

Ou a agonia de pensar e sentir, por vezes sem querer tudo confundir...
Há ideias que não param de surgir,  acordo com um impulso criativo exacerbado, por vezes de tanto reboliço interno, não crio nada de útil para o exterior.Por vezes acordo, e sinto que o nada, é o tudo que me azucrina sou a parte, recortada de mim, e o pedinte de cola a ti.
Entre desfiles, entre o inverno e o verão, e as estações de transição, sinto-me a levitar sobre as vaidades na minha alma estilhaçadas. Colecciono no Moleskine alguns looks chave para o próximo Inverno, vou dentro de alguns dias revelar os meus predilectos, e a minha critíca geral ao panorama da moda actual.
O Estaline e o Salazar dão me cabe da paciência para estudar, não sei porque ambos eram tão desprovidos de sentimentalismos e tão rudes e rígidos. Mas enfim, a professora de história não tem culpa da minha antipatia pelos ilustres ditadores, e convinha estudar e mostrar o que sei no teste.
À parte disse gostava de ler um livro de Woody Allen "Para acabar de vez com a cultura", o"Intermitências da Morte" do Saramago e acabar os "Cantos de Maldoror". Não me resta escolha a não ser  ler o "Memorial do Convento" e guardar os restantes para outra ocasião.
Quanto a trapos, não tenho grandes novidades, resta-me aguardar, pelas colecções das marcas low-costs ficarem disponíveis e catrapiscar o que desejar comprar.
Entre a vontade e o estudar fotografei uma flor numa jarra e pus-me a criar:

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