Fim à vista…
Extenso culminar propenso a discórdia dos mais eruditos
plebeus, de leituras alheias necessitados, proclamando e atiçando o mau-olhado,
contra as bruxarias editoriais, dum sugador mor que pereceu de amor.
Sucumbiu uma parte crucial, oriunda dum devaneio visceral,
veio e vai-se, num ano transato de múltiplas edições, repletas de soberbos
editoriais, ódios, dissabores tais, encenados, festivais, e moda, essa estranha
que tanto me incomoda.
Me acomoda agora pôr termo, a esta publicação, porque o
tempo disperso, nela, não surtiu, o efeito desejado e não requer mais
novidades, a não ser o simulacro sucessivo das repetitivas vaidades.
Aviso que quando algo acaba, algo novo está prestes a dar um
grito…
*Para gritarem ao som de PAD cliquem aqui!*
























