HÁ UMA LINHA QUE SEPARA

Existe uma espécie de nevoeiro cerrado quando associamos certos nomes de marcas conhecidas, a talentos emergentes, que têm a coragem, o canteiro, e com mais ou menos poda, surpreendem,   desfolhando os limites do aborrecido e do concetual.

Assim foi o caso de João Melo Costa, fora a tendência intensa dos meus homónimos (persistirem neste espaço), ou do apelido que Costa, não podia ter sido o indivíduo mais vanguardista e tecnicamente insusceptível, o melhor ramo de contornos tridimensionais, que de teia em teia, foi tecendo um véu de astúcia em seu redor. Além de ter os tons exímios, que nem de perto ligamos a poluição visual, nunca ansiei tanto sentir-me poluído, repleto de aplicativos, linhas tortas, pedaços torcidos, a tornear o meu esqueleto nervoso.

Aneurisma pré anunciado, ou a latência furtiva que não me impede de renunciar tremendas linhas inovadoras. Isso, ou estar degolado pelos colares macro cosmos. João, dou-te uma sugestão, há uma linha que separa, essa tua proposta, de qualquer outra opção.

1 comentário:

  1. so ha uma palavra para o desfile de João Melo Costa: soberbo!!!
    adorei, o grafismo nos tecidos, os macro colares foram geniais e todo o ambiente!!

    bellis**
    www.belisgirl.blogspot.com

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