!NSPIRAÇÃO:AGOSTO



Um não pode haver voos tudo tido tolo fica. Um assim trote ou as bolas em xarope. Vaia rua arma cujo bom fiel haja alas hão. Sem uns risonhos enviados injusto no véu. Mandar trinta odiosa no provar aí. 
[Texto gerado a partir disto]

A gosto flutua precisamente nessa conjugação do "provar aí", experimentar outrora aquilo que todavia ainda não descobri. Não é tentar forçar até quebrar e estatelar no chão o xarope da felicidade. É esconder as bolas de sabão num lugar recôndito e dançar na escuridão expulsando os fantasmas espirituais. Erradicar o dispensável e irradiar o indispensável, soprar em moção zero, e pedir ao tempo para estagnar. Estático permanecer no meio da multidão até o suor começar pelos poros abaixo a escorrer. O ritmo que arde nos neurónios e ajuda a combater o medo. O equilíbrio de uma ordem caótica de movimentos cíclicos e pendulares. O Virtualismo que surge como uma demanda pelas respostas às perguntas que procuramos evitar. As teias que se emaranham nas paredes de casa, e nos tectos do cérebro em efervescência. Do caos à ordem, ou do paraíso na era da globalização. Inquietações, divagações. Suspensas em transe, numa maré de alusivas deambulações.

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