!NSPIRAÇÃO:DEZEMBRO


Ser uma estátua inerte, imóvel, estática numa realidade outra aparte, aparentemente desconectada de todo e qualquer contexto natalício. Tapar por momentos o rosto, viver resguardado no isolamento como um perfeito desconhecido de si mesmo. Essa agonia fria chega a ser reconfortante quando se desembrulham as prendas compradas à pressão. Importadas em vão de destinos recônditos como luzes sorridentes da alma em eventual iluminação.