!NSPIRAÇÃO:MARÇO

O infinito de odiar, ou apenas o ato de desviar o olhar e condensar nessa ruptura a toxicidade dos objectos das pessoas. Agrilhoar antes atrasar que adiar. Do mito das luvas altas à necessidade da mão molhar. De não coalhar a cabeça com as águas de Março. O berço, o regaço, o caminho que percalço nas linhas de ferro deslizantes. Essa roda viva que trai-me com a rotina. Esses búzios com sonoridades psicadélicas.
A informação que escassa til passa.

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