EAT! EAT! EAT!



A necessidade aguça o engenho...

Nunca antes havia pensado em ser capaz de confeccionar um puré de ervilhas sozinho, apenas com uma leitura rápida da receita na internet. O ter começado a viver só, fez com que além de me desenrascar na comida, partisse à descoberta de novos sabores. Como todo eu sou fruto e caso pesado de experimentalismo, os pratos das minhas refeições têm ficado cada vez mais bem ornados e saborosos. As especiarias, como manjericão ou alecrim já não falham. Até algumas tentativas vegetarianas já fiz. Mas nada me atrai mais que uma suculenta fatia de bacon frito ou um bife grelhado. Quando se come bem, é impossível parar, e dá-me mais prazer comer algo bonito, cativante ao olhar, que um prato tradicional e enfadonho. Ainda assim não dispenso as papas de sarrabulho, ou um bom caldo verde. É curioso treinar o nosso paladar, calibrá-lo, o meu pelo menos é raro se queixar de monotonia. Visto que uma das minhas regras gerais, é não repetir nada, nem roupas, nem a mesma comida quanto mais não seja no mesmo dia.

1 comentário:

  1. Dos pontos que mais motiva a querer viver sozinha é poder ter a cozinha só para mim. Podemos explorar tantas coisas sem termos alguém a dizer "não me apetece comer isso" ou "estás a perder tempo a fazer isso quando podias fazer o outro".

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