HIGH ON LIFE




Da guerra dos sexos à guerra pela arte, ou a arte da guerra (a bomba atómica) os rostos desfigurados à distância de um clique. Os santos populares e os calorosos ares. As rodas que giram, os cantos que desafinam. E a estátua que não consegue segurar uma clutch. A arte que transcende esse estado raro de desencantamento afogando em arrepios a nossa mente tremente.
Depois Prada na montra de uma loja em Braga, ao desfile no LCD. Os coelhos sónicos as iluminuras o leque em abanão. Essa força mascarada de modesta fragilidade. Moderada escaldante temperada. Conversas digitais, estojo das lentes de contacto numa vitrina. Essa liga, uma língua, multi-factos. Artefatos.

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