CIAO DELAY



No fim das minhas viagens espalho ao comprido as memórias na cama. Olvido por um momento o cansaço acumulado e recordo cada objeto como uma inevitável experiência. O comboio rápido o passo lento as luzes disformes os alvores escaldantes. Os monumentos que esmagam. As lojas que valem mais pelas montras. Ou os museus que valem mais que as obras. Todos essas atrasos nessas andanças e construções fazem da vida um tecido imbricado de deambulações. Dispensava Bolonha mas voltaria a Roma já no próximo fim-de-semana.

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