ROME IS A POEM




Roma é um poema, não apenas de Keats, mas este poema. Uma esplendorosa arritmia volátil. Que quis repetir pela segunda vez, marquei num dia, no seguinte estava a voar até lá. Descobri outros cantos, surpreendi-me de novo com os principais, e desejei, como aliás sempre desejo, mais e mais de uma cidade que apesar do calor infernal, se vangloria pelo excesso in excelsum. Santuários de gatos, gatos vagueando por tumbas ilustres. Museus esmagadores e uma sobremaneira peculiar de te atrair e inebriar. Desde a gastronomia pastosa aos queijos e mariscos. Tudo te cega e te seca os sentidos. Vírgulas, estátuas e tantos outros vícios. Roma rima rema com o poema.

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